Sucedem se as semanas em Madrid, e os dias passam neste pequeno ciclo cheio de nadas bem e mal passados. Agora com o aproximar (ou não) do final de mais este período penso e repenso tantas outras coisas que podia ter feito e, no final fico ainda assim contente por estar aqui, por o saldo ser positivo.
Antes da semana santa fui com o “taller” de projectos numa maravilhosa viagem pela Sicília, o roteiro era baseado no que Asplund havia seguido, fácil de perceber a opção visto ser a cátedra do professor Lopéz-Pelaéz.
Foi uma viagem fantástica, não em si por qualquer momento em especial, em realidade não houve um momento especial provavelmente, talvez a grande qualidade tenha sido essa mesmo, foi um apenas somar de pequenas coisas, nunca houve (como em outras viagens também elas excelentes) uma obra de referência, uma cidade apaixonante, tudo foram pequenos acontecimentos, deliciosos efémeros minutos de pura degustação sensorial ( se bem que todos os almoços e jantares duraram mais que vários minutos).
Assim, deparei-me uma vez mais com o prazer das pequenas coisas, dos pequenos gestos, das pequenas obras e, dos pequenos reencontros…
Foi a primeira vez que fiz uma viagem sem máquina fotográfica, não que tenha sido planeado, foi apenas um fortuito acaso da minha tremenda incapacidade para tudo que tem que ver com planear, antecipar ou ordenar, mas na verdade não há qualquer tipo de magoa ou tristeza por não trazer fotos, mais que gravado por um pulsar anatómico de um botão seguido de um flash, as imagens ficaram gravadas na minha memória de forma eficaz por um processo simples de percepção, contemplação e deslumbramento, assim, parece me cada vez mais que se torna mais fácil desfrutar do que nos envolve quando a relação entre olho e objecto está “desprovida” de qualquer tipo de filtro.
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
E Fujimoto falou, e falou bem...
Com um discurso coerente Fujimoto começou por cumprimentar as varias salas de actos cheias de alunos com um tremido "buenas tardes".
Já em inglês o discurso virou-se para aquilo que vem sendo uma temática corrente em sua obra, a habitabilidade e o uso dos equipamentos foi posto em causa, numa apresentação que se caracterizou muito pela abordagem inovadora mas, também, por alguns excessos de sobrevalorização conceptual em relação ao concreto.
Ao olhar para os edificios de Sou dificílmente advinhariamos que a sua primeira influência havia sido Gaudí!
Já em inglês o discurso virou-se para aquilo que vem sendo uma temática corrente em sua obra, a habitabilidade e o uso dos equipamentos foi posto em causa, numa apresentação que se caracterizou muito pela abordagem inovadora mas, também, por alguns excessos de sobrevalorização conceptual em relação ao concreto.
Ao olhar para os edificios de Sou dificílmente advinhariamos que a sua primeira influência havia sido Gaudí!
A verdade é que, a sua arquitectura (bem mais "despida") prova que é possivel sustentar um grande peso de intenções sobre um leve e puro branco!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Semana da arquitectura na ETSAM
Em virtude da comemoração do dia mundial da arquitectura, a "Escuela Técnica Superior de Arquitectura" de Madrid organiza uma semana, cheia de actividades, dedicadas á arquitectura e não só. Segundo começou com o "Dia mundial do habitar", com debates, exposições e concertos.
Destaco aqui as conferências de Dominique Perrault, amanhã ás 12.30h, e a o grupo BIG, por Bjarke Ingels...
sábado, 2 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
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