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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A carta que não te escreverei...

Presto-me a um discurso eloquente. Sem sentido, mas, ainda assim profundo. Um conjunto amargo de palavras que, de tão espessas me escorrem entre os dedos, não as escolho, movem-se num processo de auto selecção, não são frases minhas, caóticas, mas o caos é ordem, porque se não há ordem, então está tudo 'naturalmente' ordenado.
A mensagem é simples, mas é difícil escrever simples, tão pouco escrevo de forma complexa, não sei escrever, mas gosto, é complicado...
Tudo isto para dizer, pois bem, para não dizer nada, para provar algo que não é verdade, (o que é verdade?), para provar uma matura-imaturiedade, para simplesmente dizer nada. Afinal de contas, esta é a carta que nunca te escreverei...